sexta-feira, 13 de julho de 2012

receita de sexta-feira 13: é rock, doido.


Hoje é o dia mundial do rock. O bom e velho rock and roll com todas as suas versões: surf, garage,
power rock, folk, psicodélico, progressivo, hard rock, punk, new wave, pós-punk, glam, metal, alternativo. É tudo rock.

E aí, meu amigo, você pode ser do pagode, do axé, do forró fuleiragem, sertanejo universitário, brega romântico, quebradeira ou tecnobrega. Hoje todos reverenciam o rock. Tudo porque é um tipo de música que cria clássicos eternos, que passam de geração em geração sem que a idade os tornem mais fracos, pelo contrário.

No Brasil, nasceu lá no final dos anos 50 com Tony e Celly Campelo e o surgimento de vários "conjutos". O iê-iê-iê veio logo depois, no início dos anos 60, quando Roberto Carlos emplacou os hits "Splish e Splash", "Parei na Contramão", "É proibido fumar" e "Calhambeque". Os sucessos renderam filmes e até um programa de tv de nome Jovem Guarda. Hoje, Roberto Carlos só quer saber de cantar acompanhado de orquestra com aqueles arranjos melosos, só veste azul e virou um caretão. Rock and roll mesmo é Erasmo Carlos, o Tremendão, que até hoje lança disco de inéditas com uma pegada mais dura, de rock mesmo.

Na mesma década de 60, surgiram Os Mutantes, o maior grupo de rock do Brasil. Talento, deboche e inovação de timbres, sons e arranjos. Uma representação explícita da nossa mistura brasileira.

Impossível achar um único vídeo que represente o dia de hoje, mas segue abaixo a minha colaboração. Uma versão de Balada do Louco, pela nova formação dos Mutantes no programa ensaio do ano passado. Sem o brilho de Arnaldo Baptista e Rita Lee, mas ainda com uma qualidade musical absurda. Feliz dia do rock pra você também. \m/



ps: semana passada não tivemos a "receita de sexta" porque não consegui produzir o texto durante a semana de seleção de estágio e novo funcionário na Pianolab. Falha nossa.

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