sexta-feira, 1 de junho de 2012

receita de sexta: não quero tchu. nem tcha. nem tchan.


"A música ruim no Brasil já foi melhor". Comentário interessante do meu amigo Christiano que eu curti no facebook essa semana. Diante da febre nacional de tchu tchu tcha, esse pensamento tem algum sentido. Dia desses muita gente falava que não aguentava mais ouvir Michel Teló e agora tem que ouvir essa fuleiragem épica de querer tchu e querer tcha.

O Brasil é especialista em consumir essa fuleiragem music e um dos maiores problemas de tudo isso é a exposição massiva pra que todo mundo consuma isso guéla abaixo. Atualmente o futebol é o grande caminho. Depois que Neymar, nosso craque prodígio, resolveu dançar em cada gol que marcava a bronca ficou bem maior. Como ele se danou a fazer gol de todo jeito o resultado foi todo mundo ir atrás daquelas fontes musicais por trás daquelas "divertidas" coreografias e esperar ansiosamente pela próxima.

Voltando um pouquinho no tempo vamos perceber que temos um histórico caprichado e que a situação já foi pior. Dançamos o tchan, o tchaco, na boquinha da garrafa e a dança do maxixe. Já fomos pro japão e pro egito cheio de ordinárias. Analisamos a cadeia hereditária do xibom bombom e tantas outras "sacadinhas" sem graça e cheias de malícia. Pois é, amigos. Tenho que afirmar que nossa música ruim não anda tão mal das pernas assim. Pra confirmar isso, acessem o tumblr 501 axés para ouvir no trabalho e assistam alguns clássicos.


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